sexta-feira, 29 de abril de 2022

Assembleias Presenciais do IFPE aprovam construção do Comando de Mobilização com reuniões presenciais e Resolução contra a guerra na Ucrânia

             A direção do SINDSIFPE realizou entre final de março e início de abril uma rodada de assembleias presencias nos campi, com pauta principal a campanha pela reposição salarial sob o índice de 19,99% como aprovado pelo FONASEFE. Sob a discussão de como conquistar a reposição, aprovou-se “Estado de Greve” na maioria dos campi, enquanto não houvesse uma decisão do movimento nacional.

O POR atuou nas assembleias dos campi Abreu e Lima, região metropolitana de Recife e Barreiros, mata sul. Defendemos a construção do Comando de Mobilização para construção da greve, principalmente no quadro de desmobilização que foi intensificado com o isolamento social da pandemia. O Sinasefe é um sindicato de técnicos administrativos e docentes, mas a composição das assembleias foi majoritariamente de técnicos, o que pode ser explicado pelos menores salários e maiores perdas salariais.   Além disso, defendemos uma resolução contra a guerra na Ucrânia, pela importância dos trabalhadores e seus sindicatos se colocarem por uma política independente contra as sanções imperialistas que é um ataque à economia mundial e pela retirada das tropas russas da Ucrânia, em defesa da autodeterminação da nação ucraniana.  

O Comando de mobilização do campus Barreiros foi aprovado em assembleia e imediatamente construído por técnicos e docentes. O Comando atuou com um panfleto direcionado à base do campus e apontando a necessidade de fortalecer a luta pela reposição salarial. Expressamos a necessidade de unidade com os estudantes, convocando-os a defender as condições de estudo e trabalho, contra os cortes de verba sofridos. E, expressamos a necessidade do apoio ativo dos IFs à greve do INSS e que a derrota da greve dos trabalhadores do INSS será uma derrota para todos os servidores.

Diante da deflagração da greve para o dia 16 de maio pela Plenária Virtual, houve unificação dos comandos, formando Comando de Mobilização Unificado do IFPE. O comando unificado iniciará o processo de mobilização em 28/04 com panfleto unificado pela construção da greve do dia 16/05. Além disso, organizamos um calendário de reuniões presenciais por região, como forma de superar a fragilidade e dispersão dos métodos virtuais.


Leia a resolução na íntegra

Resolução Contra a Guerra na Ucrânia 

A guerra na Ucrânia resultou do cerco imperialista imposto à Rússia pelos EUA e a OTAN, após a dissolução da URSS em 1991. Rapidamente, as ex-repúblicas populares e as ex-soviéticas desmembradas da Rússia foram incorporadas à OTAN e instalaram bases militares direcionadas contra Rússia.

 

Os EUA empurraram o governo Zelenski a provocar a ocupação russa, mantendo a disposição de colocar também a Ucrânia na OTAN. Zelenski, mesmo sabendo que não contaria com tropas da OTAN para se defender, fez o jogo do imperialismo e colocou a Ucrânia como bucha-de-canhão dos interesses imperialistas.

 

A responsabilidade da Rússia não está no fato de procurar se defender da ofensiva da OTAN, mas de oprimir a Ucrânia, de pisotear o seu direito à autodeterminação e de utilizar os meios e os métodos militares próprios do imperialismo.

 

A Ucrânia não pode libertar-se da opressão nacional da Rússia, submetendo-se aos maiores opressores do mundo, que são os Estados Unidos e as potências europeias. E a Rússia não tem como se defender do cerco imperialista norte-americano do pós-guerra e do fim da URSS, submetendo as ex-repúblicas soviéticas.

 

A Assembleia dos servidores do IFPE- campi Abreu e Lima e Barreiros, em face do conflito, se posiciona pelas seguintes bandeiras:

 

 Abaixo as medidas econômicas e financeiras de Biden contra a Rússia e a economia mundial!

 Pelo desmantelamento da OTAN!

 Pelo fim das bases militares dos Estados Unidos na Europa e no mundo!

 Retirada das Forças Armadas russas da Ucrânia!

 Pela autodeterminação e unidade territorial da Ucrânia!

 

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Solidariedade à greve dos servidores do INSS! Que a Fasubra, Andes-SN e Sinasefe deflagrem greve já!

 


Completados 28 dias de greve, os servidores do INSS, representados pela sua federação, a FENASPS, estão numa luta heroica contra a prepotência do governo Bolsonaro, que se recusa a negociar, e o autoritarismo da gestão do INSS que já decidiu cortar o ponto dos grevistas.

 

Na segunda-feira (18/04), os servidores do INSS, representados pelo SINSPREV/SP, ocuparam o prédio da Superintendência do INSS de São Paulo, reivindicando o atendimento das reivindicações e contra o corte de ponto. Nessa terça-feira (19/04), a pedido da gestão do INSS, a Justiça de São Paulo determinou a reintegração de posse, sob pena de multa de 100 mil por dia e bloqueio das contas bancárias do sindicato, além da autorização para uso da força policial. Trata-se de um claro ataque da Justiça burguesa e da gestão do INSS ao direito de greve e de organização sindical.

 

A greve dos servidores do INSS sofre do isolamento das direções das centrais e sindicatos, o que torna os servidores mais vulneráveis à repressão estatal. O FONASEFE, fórum que reúne as entidades nacionais dos servidores públicos federais, marcou duas datas para iniciar a greve unificada, dias 09 de 23 de março, no entanto fracassou em iniciar a greve conjunta do funcionalismo federal. As entidades nacionais, reunidas no FONASEFE, seguem na sua impotência implorando que o Ministério da Economia negocie a recomposição salarial, como se o governo fosse negociar sem que as categorias estejam já em greve.

 

Está mais do que na hora da Fasubra, Sinasefe e Andes-SN realizarem, com urgência, suas plenárias nacionais de base, presenciais, para aprovar o início da greve e unificar com a dos servidores do INSS, pela recomposição salarial de 19,99%. Não adianta ficar correndo atrás do governo e visitando parlamentares. Chega de enrolação! Somente com a greve das categorias do funcionalismo, forte e unificada, é que o governo negociará!

 

A greve do INSS e a luta do funcionalismo federal pela recomposição salarial de 19,99% é parte das tendências de luta que se desenvolvem na atual conjuntura, pelos reajustes salariais, por moradia, contra as demissões etc. É necessário que as centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais unifiquem as lutas, chamem as assembleias presenciais e construam uma pauta unitária de reivindicações, por empregos, salários e diretos, e chamem um dia nacional de lutas, com paralisações e bloqueios, como um primeiro passo para a construção da greve geral.

  

  • SOLIDARIEDADE ATIVA À GREVE DOS SERVIDORES DO INSS!
  • ABAIXO O CORTE DE PONTO!
  • CONTRA A REPRESSÃO DA JUSTIÇA BURGUESA!
  • GREVE JÁ DAS DEMAIS CATEGORIAS DO FUNCIONALISMO FEDERAL!
  • QUE AS CENTRAIS CONVOQUEM UM DIA NACIONAL DE LUTAS, COM PARALISAÇÕES E BLOQUEIOS, POR UMA PAUTA UNITÁRIA DE REIVINDICAÇÕES!

 

terça-feira, 12 de abril de 2022

Manifesto da Corrente Proletária na Educação | Um chamado à FASUBRA, ao SINASEFE e ao ANDES-SN pela deflagração da greve! Unificar com a greve do INSS pela recomposição salarial de 19,99%! Erguer os comitês presenciais de mobilização e greve!

Os servidores públicos federais já amargam vários anos de defasagem salarial. Os efeitos econômicos da pandemia, e agora a disparada dos preços de alimentos e combustíveis, decorrentes das sanções econômicas dos EUA sobre a Rússia, tornaram mais grave as condições de vida do funcionalismo federal, assim como dos demais explorados.

A retomada da campanha salarial ocorre após quase dois anos de dissolução das entidades no mundo virtual. É importante lembrar do dia 18 de março de 2020, dia nacional de luta, impulsionado pelas entidades da educação, mas que foi cancelado diante da submissão das direções sindicais à política do “fique em casa”. As assembleias e atos virtuais se mostraram inócuos para defender as condições de vida do funcionalismo. Diante do retorno gradual às atividades presenciais na educação, as direções sindicais ainda não romperam totalmente com os métodos virtuais, algumas ainda realizando assembleias virtuais ou híbridas, realizando atos por delegação, o que é um obstáculo para a retomada da mobilização e construção da greve.

A alta inflacionária, que corrói o poder de compra dos assalariados, já seria o motivo para uma greve do funcionalismo federal em torno da recomposição salarial. No entanto, o agravamento das condições de vida do funcionalismo não foi suficiente para as direções nacionais retomarem a discussão da greve. Passaram-se três anos de governo Bolsonaro, e o que vimos foi a total passividade das entidades sindicais do funcionalismo em torno da pauta do reajuste. O Ministro da Economia Paulo Guedes chegou a elogiar o “patriotismo” dos servidores que aceitaram o arrocho sem reclamar. Apenas depois da promessa de Bolsonaro, feita no final de dezembro de 2021, de conceder reajuste somente para os Policiais Federais, as direções nacionais que integram o FONACATE (Anfip, SindFisco, SindLegis, etc.) e FONASEFE (Fasubra, Andes-SN, Sinasefe, Fenasps etc.) retomaram a discussão da campanha salarial unificada.


Breve histórico da campanha salarial

           

A pauta unificada de recomposição dos 19,99% foi protocolada pelo FONASEFE no Ministério da Economia no dia 18 de janeiro de 2022. Desta data até meados de março, predominaram as lives e plenárias virtuais por parte das entidades nacionais. A primeira data de início da greve, 09 de março, foi cancelada e substituída pela constituição virtual do “Comando Nacional de Mobilização” do FONACATE e FONASEFE. Somente no dia 16 de março que as entidades iniciaram uma pressão pela negociação, com a vigília e atos na frente do Ministério da Economia. O dia 23 de março, definido pelo FONASEFE como nova data para início da greve, foi cancelado em cima da hora. A Fenasps (servidores do INSS e saúde), no entanto, cumpriu a data de 23 de março e iniciou a greve, sofrendo o isolamento por parte das demais entidades.

A resposta do governo Bolsonaro ao FONASEFE, em 1º de abril, de que não irá negociar, já era esperado. Sem uma greve do funcionalismo federal, o governo não irá negociar, muito menos conceder a recomposição salarial. Isso não era surpresa para ninguém. O que realmente importava era qual seria a atitude do FONASEFE para quebrar a intransigência do governo.

Após a resposta do governo, o FONASEFE realizou nova reunião, em que as entidades sindicais decidiram por chamar os servidores à “adesão à greve por tempo indeterminado”. No entanto, apesar de repetirem várias vezes a palavra “greve”, não há empenho na construção dos comitês locais presenciais de mobilização e nenhuma data que indique o início da greve. O que vemos, na verdade, é o FONASEFE postergar, semana após semana, o início da greve unificada dos servidores públicos federais, deixando assim o campo livre para o governo manobrar.

O cancelamento dos dias 09 e 23 de março, a passividade diante da prepotência do governo Bolsonaro e o isolamento da greve da Fenasps (INSS) pelas demais entidades é a demonstração de que o FONASEFE está esgotado, que fracassou em encaminhar o início da greve unificada do funcionalismo federal.

Os impasses do governo Bolsonaro só aumentam, enquanto a greve do INSS segue isolada. Uma eventual derrota da greve do INSS servirá como uma pá de cal na campanha salarial unificada dos servidores públicos federais. Devemos trabalhar ativamente pela vitória do movimento grevista, o que exige construirmos a greve nas nossas categorias. Não há mais nada a esperar! As entidades nacionais (Fasubra, Andes-SN, Sinasefe etc.) devem realizar, em caráter de urgência, suas assembleias locais  e plenárias nacionais de base, PRESENCIAIS, e deflagrar a greve, unificando com a greve dos servidores do INSS pela recomposição salarial!

 

A pauta unificada de recomposição salarial de 19,99%

 Já são cerca de cinco anos que a maior parte dos servidores não tem nenhum reajuste salarial. Calcula-se que, para repor todas as perdas salariais desde 2011, necessitaria de um reajuste de aproximadamente 49%.

 A bandeira da recomposição salarial de 19,99%, portanto, já é uma bandeira rebaixada diante das perdas salariais acumuladas nos últimos onze anos. Corresponde apenas às perdas salariais durante os três primeiros anos do governo Bolsonaro (de 2019 a 2021).

O governo, que se recusa a negociar com os servidores, inicialmente divulgou na imprensa que concederia um aumento de 400 reais no auxílio-alimentação. Essa esmola, além de não ser incorporada na carreira (podendo ser retirada a qualquer momento), exclui os aposentados. Logo em seguida, o governo anunciou a possibilidade de conceder 5% de reajuste a todos os servidores, o que também soou como uma esmola ao conjunto das categorias.

A verdade é que o governo Bolsonaro se debate no impasse entre, por um lado, conceder o reajuste apenas para os policiais federais e ter que enfrentar a revolta do restante do funcionalismo, ou, por outro lado, conceder uma esmola para todas as categorias, o que igualmente teria o repúdio dos servidores e seria insuficiente para reverter em saldo eleitoral.

Diante dos impasses do governo, as direções nacionais têm vacilado em torno da reivindicação, no que diz respeito a supostas restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal e da Lei das Eleições quanto à concessão de reajustes salariais no ano da eleição. O que demonstra uma inconsequência das direções nacionais em defender a própria reivindicação unificada, dos 19,99%, e a bandeira, várias vezes repetida nos discursos, de que “não se trata de aumento, mas sim de recomposição salarial!”.

Nada que recuar na nossa reivindicação! Nada de vacilação! Por Plenárias Nacionais de base PRESENCIAIS para deflagração da greve na Fasubra, Andes e Sinasefe! Construir uma greve ativa, massiva e mobilizada para arrancar do governo a recomposição salarial de 19,99%!

 

 Por um Dia Nacional de Lutas, com paralisações e bloqueios

Passamos por uma situação de guerra, na Ucrânia, que tem resultado no agravamento na fome e miséria dos explorados em geral. As sanções dos EUA à Rússia prejudicam não só os explorados russos, mas do mundo todo.

Já começam a haver explosões de revolta, como é o caso do Peru que, apesar de ser governado por um governo dito de “esquerda”, oriundo do movimento sindical e camponês, tem implementado uma política de proteção à propriedade privada e aos interesses gerais do imperialismo. O governo de Castillo teve que enfrentar intensos protestos e bloqueios de rodovias, contra o aumento do preço dos combustíveis e alimentos.

Os explorados do Peru apontam uma tendência de luta diante dos efeitos da crise econômica, da pandemia e da guerra sobre a vida das massas. Aqui no Brasil, temos exemplos como as greves dos garis e metroviários no RJ, as lutas dos operários da Toyota e da CSN contra as demissões e por reajuste, e as lutas por moradia e as lutas do magistério pelo repasse do Piso Nacional. Isso mostra a necessidade urgente de unificar as lutas em torno de uma plataforma única de luta por empregos, salários e direitos.

A Corrente Proletária na Educação (CPE) faz um chamado às centrais sindicais, sindicatos e movimentos populares pela construção de uma pauta única de reivindicações, e convocação de um Dia Nacional de Luta, com paralisações e bloqueios, como um primeiro passo para a construção da greve geral!

No interior das instituições da rede federal de ensino é preciso unificar estudantes, professores e técnico-administrativos em assembleias e comitês unificados presenciais, em defesa das condições de estudo e trabalho.

É necessário vincular a luta pelas reivindicações com a campanha pelo fim da guerra, desmantelamento da OTAN e das bases militares norte-americanas, revogação das medidas econômico-financeiras ditadas por Biden, autodeterminação, integridade territorial e retirada das tropas russas da Ucrânia!

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Acesse boletins e notas da CPE-POR

 2022

Carta do POR – Por um 1° de Maio classista e internacionalista – 14 de Abril de 2022

Boletim Nacional CPE – Universidade – 12 de abril de 2022

Boletim da CPE - Manifesto aos delegados do 40o Congresso do ANDES-SN - 25 de março de 2022.

Manifesto do POR – 8 de março – Dia internacional da Mulher – 8 de março de 2022

Corrente Proletária Estudantil – n°62 – 2 de março de 2022

Corrente Proletária na Educação – Contribuições  ao 40º Congresso do ANDES-SN – fevereiro 2022

Manifesto do POR – O assassinato de Moïse é um crime de classe da burguesia – 4 de fevereiro de 2022

 

2021

Corrente Proletária na Educação – Reordenamento dos Institutos Federais – 7 de dezembro de 2021

Boletim Corrente Proletária – Universidade – Nacional – 30 de novembro de 2021

Nota do POR – Sobre 20 de Novembro – 22 de novembro de 2021

Manifesto POR – Derrotar a PEC 32 com a luta nas ruas – 28 de outubro de 2021

Declaração do POR – PEC 32 – 24 de setembro de 2021

Manifesto POR – Abaixo a reforma administrativa de Bolsonaro/Guedes/Congresso Nacional! – 18 de agosto de 2021

Corrente Proletária na Educação – Abaixo a PEC 32 – 8 de agosto de 2021

Corrente Proletária na Educação – Universidade – julho de 2021

Corrente Proletária na Educação – Universidade – junho de 2021

Corrente Proletária na Educação – Ceará – Abaixo a perseguição política na UECE – junho de 2021

Corrente Proletária na Educação – Abaixo a Reforma Administrativa – 17 de junho de 2021

Manifesto POR – 29 de maio de 2021

Corrente Proletária na Educação – Universidade – 18 de maio de 2021

Declaração do POR – 12 anos da morte de Guillermo Lora – 17 de maio de 2021

Manifesto POR – 133 anos da Lei Áurea – 13 de maio de 2021

Declaração POR – Chacina no Rio de Janeiro – 7 de maio de 2021

Declaração POR – Balanço do 1° de Maio – 5 de maio de 2021

Manifesto POR – 1° de Maio

Corrente Proletária na Educação – Universidade – março 2021

Declaração do POR – Brasil, no epicentro da pandemia – 18 de março de 2021

Nota do POR – Descontrole da pandemia – 15 de março de 2020

Declaração POR – Lula – 10 de março de 2021

Manifesto do POR – Ford – 19 de fevereiro de 2021

Corrente Proletária na Educação – 18 de fevereiro de 2021

Manifesto POR – Ford – 17 de fevereiro de 2021

Declaração do POR – Sobre o retorno às aulas – 12 de fevereiro de 2021

 

2020

Corrente Proletária na Educação – Novo Fundeb – dezembro de 2020

Nota POR – Declaração 2do Turno – 3 de dezembro de 2020

Manifesto POR – Dia da Consciência Negra – 20 de novembro de 2020

Declaração do POR sobre o 2º turno das eleições – 18 de novembro de 2020

Manifesto – O que esperar da vitória de Biden – 12 de novembro de 2020

Corrente Proletária na Educação – Não à farsa da Greve Sanitária – 22 de outubro

Manifesto CERQUI – Chile – Um ano da Rebelião Popular – 16 de outubro de 2020

Manifesto POR – Reforma tributária – 28 de setembro de 2020

Balanço da Greve dos Correios – 23 de setembro de 2020

Declaração POR – Balanço da Volks – 18 de setembro de 2020

Boletim Corrente Proletária na Educação – Universidade – setembro de 2020

Carta Aberta do POR aos trabalhadores, centrais, sindicatos e movimentos – 24 de julho de 2020

Declaração POR – 10 anos do Estatuto Racial – 20 de julho de 2020

Nota POR – O que e o POR – 15 de junho de 2020

Resolução do POR sobre as crises pandêmica e econômica – 7 de junho de 2020

Nota POR – Protestos nos EUA – 2 de junho de 2020

Boletim Corrente Proletária na Educação – Universidade – 27 de abril de 2020

Manifesto Corrente Proletária na Educação – Nota sobre a EaD – 15 de abril de 2020

Manifesto POR – 2 anos do asassinato de Marielle – 14 de março de 2020

Manifesto POR – Dia Internacional da Mulher – 8 de março de 2020

Manifesto CPE – 162ª Plenária Nacional do Sinasefe – março de 2020

Educação Proletária na Educação na Universidades – Nacional – 2da Quinzena de fevereiro de 2020

Manifesto da Corrente Proletária da Educação ao 39° Congresso do Andes – fevereiro de 2020

 

2019

Manifesto POR – Massacre em Paraisópolis – 3 de dezembro de 2019

Manifesto POR – Dia da Consciência Negra – 20 de novembro de 2019

Manifesto POR – Abaixo o Plano “Mais Brasil” – 11 de novembro de 2019

Manifesto POR – Sinasefe – 11 de novembro de 2019

Manifesto POR – Revolta no Chile – 21 de outubro de 2019

Declaração POR – Equador – 8 de outubro de 2019

Manifesto POR – Greve Nacional da Educação – 2 e 3 de outubro de 2019

Manifesto – Aos delegados do XIII Congresso Nacional da CUT – outubro de 2019

Manifesto POR – Ao Congresso da CSP Conlutas – outubro 2019

Corrente Proletária na Educação – Resumo das Teses ao Congresso da CSP Conlutas – setembro de 2019

Manifesto POR – Grito dos excluídos – 07 de setembro de 2019

Manifesto POR – Amazonia – 23 de agosto

Manifesto POR – Future-se – agosto de 2019

Manifesto POR – Reforma da Previdência – 14 de julho de 2019

Manifesto POR – Derrubar a reforma da Previdência com a luta – 12 de julho de 2019

Balanço da Greve Geral de 14 de junho de 2019 – 17 de junho de 2019

Manifesto POR – Derrubar e enterrar a reforma da Previdência – 3 de junho de 2019

Manifesto POR – Realizada a Greve Nacional da Educação – 16 de maio de 2019

Manifesto POR – Greve da Educação – 15 de maio de 2019

Manifesto POR – 1º de Maio – 2019

Declaração do POR  – 1 ano da prisão  de lula – 6 de abril de 2019

Manifesto POR – Por um dia internacional da mulher, proletário e socialista! – 8 de março de 2019

Manifesto POR – Previdência – 22 de fevereiro de 2019

Manifesto POR – Abaixo a reforma da previdência de Bolsonaro-Guedes – 15 de fevereiro 2019

Manifesto POR – A mortandade em Brumadinho é obra do capitalismo – 30 de janeiro de 2019

 

2018

Manifesto da Consciência Negra – 20 de novembro de 2018

Corrente Proletária na Educação – Fora Escola sem Partido!- 19 de novembro de 2018

Manifesto POR – Previdência – 17 de novembro de 2018

Manifesto POR – Romper a passividade – 7 de novembro de 2018

Em defesa da democracia sindical - Solidariedade aos delegados do SINDIFES perseguidos pela direção do sindicato (UNIR/CUT)

A Corrente Proletária na Educação - CPE/POR , manifesta total solidariedade aos companheiros Jane Marangon e Erivelton Ferraz, que estão sof...